CBA Alumínio

out seg, 2019

Promovida em parceria pela CBA, Votorantim Energia e Legado das Águas, mostra contemplou as paisagens da Mata Atlântica e trouxe também um circuito audiovisual, abordando a sustentabilidade e a energia limpa presentes nos processos industriais do grupo  

 

A Companhia Brasileira de Alumínio, a Votorantim Energia e o Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do país, levaram para Alumínio (SP), entre os dias 23 e 27, a exposição “Floresta Viva”, que além de paisagens únicas, as imagens retratam animais raros ou em perigo de extinção, como a primeira anta albina registrada na natureza e o cachorro-do-mato-vinagre. O evento aconteceu no Centro de Vivência Ambiental (CVA) da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e contou com a presença de mais 600 pessoas, entre estudantes da rede municipal de ensino e empregados da empresa.

As imagens são de autoria do fotógrafo Luciano Candisani, da National Geographic e parceiro da Reserva, que há mais de 20 anos se dedica à documentação da natureza. As fotografias revelam a exuberância da fauna, flora e as paisagens da Mata Atlântica, registradas no Legado das Águas, área de 31 mil hectares de floresta em alto grau de conservação, localizada a poucas horas da capital paulista.

A exposição ainda trouxe uma particularidade: parte das fotografias foram feitas do modo tradicional, em que Candisani entra na mata e registra os animais; mas algumas imagens foram captadas por meio dos Estúdios da Mata, que são armadilhas fotográficas montadas no meio da floresta, com equipamentos de última geração que fotografam automaticamente quando ocorre algum movimento no campo de visão da câmera.

“A exposição Floresta Viva é uma oportunidade única de conhecer animais que só podem ser encontrados em florestas em alto grau de conservação, como o Legado das Águas. O objetivo é conectar o público com o conceito de floresta viva e provedora de serviços ambientais indispensáveis para a nossa qualidade de vida. É um passo fundamental para a conservação”, diz Salete Vicentini, coordenadora do Legado das Águas.

 

Tour de conhecimento sobre os processos produtivos do grupo

 

Além da exposição Floresta Viva, outras duas exposições levaram conhecimento ao público. Uma delas contou com uma experiência sensorial, proporcionada pelo uso de óculos de realidade aumentada, apresentando em uma tour virtual  como a Votorantim Energia produz energia elétrica na Usina Hidrelétrica (UHE) Itupararanga, que integra o Complexo de Sorocaba.

A outra foi a exposição da CBA, que por meio de recursos audiovisuais como vídeos educativos, fotos e maquetes, proporcionou uma experiência imersiva aos estudantes da rede municipal e empregados da companhia sobre a cadeia produtiva do alumínio, desde a extração da bauxita, às etapas industriais, como o refino, passando pela fundição até a fabricação dos produtos. Eles ainda puderam conhecer o trabalho desenvolvido para reabilitação de áreas mineradas, onde são utilizadas técnicas avançadas para recuperar os solos em condições iguais ou melhores do que estavam antes das atividades de mineração. A iniciativa foi fomentada pelo Programa de Educação Ambiental (PEA), projeto educacional da empresa que desde 2001 promove atividades instrutivas e culturais para disseminar a viabilidade ambiental da atuação minerária.

Plantio

O evento encerrou no dia 27, com plantio de espécies nativas da Mata Atlântica em três escolas do município. As plantas foram doadas pelo Instituto OMP (Olinto Marques de Paulo), por meio do projeto Árvore Generosa, cujo objetivo é que cada criança tenha uma árvore, contribuindo para a sensibilização da importância da natureza.

Sobre o Legado das Águas – Reserva Votorantim

O Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do país, com extensão aproximada à cidade de Curitiba (PR), é um dos ativos ambientais da Votorantim. Localizada na região do Vale do Ribeira, no sul do Estado de São Paulo, a área foi adquirida a partir da década de 1940 e conservada desde então pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), que manteve sua floresta e rica biodiversidade local com o objetivo de contribuir para a manutenção da bacia hídrica do Rio Juquiá, onde a companhia possui sete usinas hidrelétricas.
Em 2012, o Legado das Águas foi transformado em um polo de pesquisas científicas, estudos acadêmicos e desenvolvimento de projetos de valorização da biodiversidade, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.
Hoje, o Legado das Águas é administrado pela empresa Reservas Votorantim, criada para estabelecer um novo modelo de área protegida privada, cujas atividades geram benefícios sociais, ambientais e econômicos de maneira sustentável.