CBA Alumínio

nov seg, 2021

Operação alinhada à estratégia ESG da Empresa garante fonte adicional de liquidez, que pode ser acessada a qualquer momento, durante cinco anos.


São Paulo, 8 de novembro de 2021 – A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) concluiu uma contratação de linha de crédito rotativo (Revolving Credit Facility – RCF) num montante de US$ 100 milhões, que substituirá a linha vigente da Votorantim S.A. de US$ 200 milhões, da qual a CBA é uma das partes. A operação reforça o compromisso da Empresa com a redução de emissões de gases de efeito estufa, na medida que o KPI atrelado ao crédito prevê reduções anuais das emissões até 2025. 

 

“Além de ser uma fonte adicional de liquidez, a operação evidencia o comprometimento da CBA com mudanças climáticas, em convergência à implementação de suas metas de longo prazo divulgadas este ano. Na nossa estratégia ESG, temos um compromisso ambicioso, que é o de reduzir em 40% as emissões até 2030 (na média dos produtos fundidos, desde a mineração), tendo como ano base 2019”, explica Luciano Alves, CFO da Companhia. 

 

 A nova operação de crédito rotativo, que possui prazo de cinco anos, foi realizada junto a oito instituições internacionais financeiras e pode ser acessada a qualquer momento do contrato.  

 

Nesta operação, a CBA deverá medir e reportar o indicador de emissões e, caso as metas definidas sejam alcançadas, terá um benefício do custo. Em contrapartida, caso não sejam, terá um incremento em seu custo anual.

A CBA contratou a Sustainalytics, uma das referências internacionais em pesquisas e análise ESG e também em pareceres especializados (Second-Party Opinion) em emissões financeiras temáticas para avaliar o KPI ambiental proposto. 

 

A Empresa já havia captado em 2020, R$ 500 milhões em financiamento “verde”, por meio de Nota de Crédito à Exportação (NCE), em duas operações distintas. 

 

Além dos produtos financeiros, a Companhia tem adotado as melhores práticas globais para uma atuação ainda mais sustentável. Como exemplo, a Refinaria de Alumina da CBA, em Alumínio (SP), é uma das primeiras do mundo a ter 100% de capacidade de produção de vapor originado por biomassa em substituição a duas caldeiras que funcionavam a partir da queima de óleo ou gás natural, uma inovação para reduzir as emissões na cadeia produtiva do alumínio. O resultado foi a redução de 43% na intensidade das emissões de gases de efeito estufa nesta etapa da produção. O projeto, implementado em março de 2020, tem parceria da ComBio Energia S.A.

 

Desde 2018, a CBA também vem conduzindo uma modernização da tecnologia em suas Salas Fornos, visando a automatização do processo de alimentação dos fornos, o que permitirá a redução das emissões e aumentará a eficiência e a segurança da operação, além de gerar ganhos em produtividade e redução de custos. Com um investimento esperado de R$ 900 milhões entre 2021 e 2025, este projeto tem por objetivo replicar o modelo integrado de produção de alumínio de baixo carbono com custos competitivos e incrementará a produção em estimados 80 ktpa.


“Do ponto de vista ambiental, outro fator primordial é nossa capacidade de geração de energia 100% renovável, suprindo praticamente a totalidade do consumo de energia elétrica da CBA, o que garante competitividade em custos, segurança de fornecimento, além de possibilitar a produção de um alumínio de baixo carbono”, explica Luciano.


A CBA desenvolveu indicadores de acompanhamento de suas emissões de gases de efeito estufa (GEES). Em um recorte considerando somente a etapa de eletrólise do processo produtivo do alumínio, a emissão da Companhia é de 2,66 tCO2e/t de alumínio líquido produzido (dados referentes a 2020). Este número é auditado e segue metodologia do GHG Protocol. A média global de emissões desta mesma etapa do processo gera 12 tCO2e/t de alumínio líquido produzido, de acordo com dados do International Aluminium Institute – IAI.   “A CBA já é considerada uma produtora de alumínio de baixo carbono, por estarmos no 1º quartil (25% melhores) da curva de emissões da indústria do alumínio. Mesmo assim, estamos engajados em contribuir ainda mais para o enfrentamento das mudanças climáticas do planeta. Isso faz com que tenhamos planos para investimentos em projetos que promovam uma redução ainda mais expressiva nesses indicadores”, complementa Alves.

Mesmo tendo clareza de que suas emissões estão entre as mais baixas do mercado global, um dos diferenciais para materializar seu compromisso está no estabelecimento de metas de redução de GEEs. Elas estão vinculadas à remuneração variável da liderança da Companhia, incentivando assim a performance das equipes pelo atingimento dos resultados.

 

Compromisso com as mudanças climáticas

A Estratégia ESG 2030 da CBA está baseada em 10 alavancas de sustentabilidade e para cada uma delas foram definidos programas com objetivos atrelados para serem atingidos até 2030.

 

A CBA é signatária do Pacto Global e aderiu à iniciativa do Science Based Targets (SBTi), iniciativa conjunta do Pacto Global, CDP e outras instituições, onde reafirma o compromisso de reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) nas operações, alinhando-o as metas com base em critérios científicos. A Empresa também se propôs a seguir a Agenda 2030 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), bem como o Acordo Ambiental de São Paulo.

Ainda sobre seu compromisso com o clima, a CBA publica anualmente seu inventário de emissões de GEE, certificado com Selo Ouro pelo programa Brasileiro GHG Protocol, atestando a rastreabilidade, confiabilidade e transparência dos dados por meio de auditoria externa. Também recebeu nota A- (categoria de Liderança) na avaliação do CDP – um dos principais ratings de sustentabilidade mundial e um dos mais conceituados sobre mudanças climáticas.

Outra chancela para sua atuação sustentável foi a conquista da certificação internacional de Performance e Cadeia de Custódia da ASI (Aluminium Stewardship Initiative), organização sem fins lucrativos, que define as melhores práticas globais para o desempenho de sustentabilidade para a indústria do alumínio.

Sobre a CBA

Desde 1955, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) produz alumínio de alta qualidade de forma integrada e sustentável. Com capacidade instalada para produzir 100% de energia vinda de hidroelétricas próprias, a CBA minera a bauxita, transforma em alumínio primário (lingotes, tarugos, vergalhões e placas) e produtos transformados (chapas, bobinas, folhas e perfis). Em estreita parceria com seus clientes, a CBA desenvolve soluções e serviços para os mercados de embalagens e de transportes, conferindo mais leveza, durabilidade e uma vida melhor.


A CBA está bem perto de você. Acesse: www.cba.com.br.

 

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